
Um filme estrelado por Rene Russo e Drake Bell, refilmado em 2006, chamado "Os seus, o meus e os nossos". O primeiro filme foi lançado em 1968 e estrelado por Henry Fonda e Lucille Ball. É uma comédia romântica que relata a vida de Frank, viúvo com 8 filhos, e Helen, também viúva com 10 filhos. Dennis e Helen se reencontram após 30 anos, decidem então dar uma chance ao amor que viveram na adolescência e se casam, sem contar para ninguém. Entretanto, ao unir ambas as famílias, que possuem uma realidade oposta. Dennis tem filhos super disciplinados, por ser militar isso colabora muita, já os filhos de Helen não possuem regra. Eis o confronto, filhos que têm realidades diferentes e não souberam lidar com as mudanças. Cansados da convivência entendem que para conseguir ter a vida de antes precisam fazer com que Helen e Dennis se separem. Diante de muitos conflitos durante o filme, os filhos de ambos finalmente conseguem o que queriam mas se deparam com a tristeza e a separação do qual não esperavam, já que esta "união" fez com que criassem o laço de irmandade e ai? Bom, ai já sabe que tudo dá certo no final!
Tá, mas qual a relação desse filme com o nosso país? Simples, assim que eu terminei de assistir e deitei para dormir foi como se tudo fizesse sentido. Rene é um militar MUITO, MUITO certinho, já Helen sempre muito amorosa, tudo aceita e compreende. Seus filhos diante da mudança não conseguem se adaptar e começam a causar muitas confusões, ficam de olho em suas fraquezas só para conseguir ter a vida que tinha antes.
Traduzindo o filme para a nossa realidade, hoje há dois lados, extremos: dos da direita (representado pelo Bolsonora) e da esquerda (que representante é o que não falta), que se uniram de maneira obrigada por conta das eleições e que hoje ficam brigando um com o outro por não aceitar a nova realidade. Um está só observando o erro dos "superiores" só para poder usar contra eles. Mas não entendem que para resolver os problemas precisam se unir em prol do bem e em favor da família. Ficam na briga de ver o que é meu e o que é seu, não conseguem enxergar que é TUDO NOSSO! Ah, agora ficou mais claro né?!
Nesses últimos dias, muitas coisas acontecerem em nosso país envolvendo a política, governo, direita e esquerda. Aliás, já tem acontecido, mas isso tem se intensificado, e não estamos percebendo que estamos focando nossa energia em algo que não nos fará bem, aliás só vai gerar tristeza e separação. Muitos estavam acostumados a realidade de governos e situações passadas, esquece que estamos em um momento novo, seja ele bom ou não em sua visão. De fato é um tempo novo e que precisa dos nossos esforços e mudanças na prática, do nosso crescimento e enfrentamento. No filme, tudo só se resolveu quando ambos os lados perceberam que suas atitudes egoístas só geraram tristeza e dor, quantas dores e tristezas mais vamos precisar passar para acordar e mudar?!
Eu sei que exigir isso dos políticos não adianta muito, ali tem muita contaminação e para mudar vai levar muito tempo, mas eu sei que pode começar por mim e por você, nos ambientes em que passamos e vivemos. Em fazer o bem ao próximo sem pensar no meu mundinho. É o que eu sempre, SEMPRE MESMO, bato na tecla em TODOS os meus textos: a começar em mim! Se você está lendo este texto (obrigada e parabéns pela paciência. rs') é porque você também está precisando tomar uma nova atitude, entender que estamos em um novo tempo e que ficar nessa briga não vai resolver ou mudar alguma coisa sabe? Muito pelo contrário, só vai piorar!
Não é deixar de ser você ou deixar de lado as suas crenças, mas entender que para ter uma casa em ordem e organizada é preciso compreender o outro, gerar uma boa convivência é saber ARTICULAR como muitos tem falado. Entender, também, que o outro tem erros sim e que não sou obrigada a concordar ou a fazer mas posso respeitar. É isso que eles passam lá, que mesmo com as diferenças e com os erros de ambos os lados é possível conviver, bastar que ambos queiram.
Então, vamos juntos sim mudar nossos mundos para fazer com que nosso país mude! Este país seja seu, meu e, principalmente, NOSSO!
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| Criação de @maarijf_ |
Porque, podemos ter pontos de vista diferentes e achar muitas coisas, mas existe uma única verdade e um único vilão. No filme, soubemos quem era o verdadeiro vilão, na vida real não é tão simples assim. Por isso: leia, pesquise, se informe, ouça todos os lados e reflita sobre tudo isso, para talvez alcançar a verdade de fato!
Só para relembrar: O filme mostra como é o mundo dos monstros, especificamente, a história de dois monstros, James Sullivan e Mike, que além de parceiros no trabalho são melhores amigos. Trabalham em uma fábrica de monstros que gera energia para a cidade inteira. Essa geração de energia acontece da seguinte maneira: cada dupla de "funcionários" recebem diversas portas durante o expediente, onde seu colaboradores precisam entrar e assustar as crianças, estas são consideradas tóxicas pelos monstros. Por isso o trabalho deve ser feito e nenhum objeto deve ir para o mundo dos monstros. Porém, em um certo dia Sully e Mike conhecem a Boo, uma criança muito fofa e simpática que acaba indo parar no mundo dos monstros. Por terem desrespeitado as regras da empresa Mike e Sully passam por muitas enrascadas para devolverem a criança e ao mesmo tempo para não serem descobertos. Ao final, descobrem que na realidade a Boo não foi parar em seu mundo por acaso, mas por uma armação do dono e de um funcionário da fábrica. Que utilizariam o grito da garota para gerar energia por muito tempo. Ao final, Sully e Mike descobrem que não é só o grito das crianças que gera energia mas sua risada também, aliás este gera muito mais energia. Então Mike toma o lugar de Sully, trocam o momento assustador por uma comédia.
Ufa! Este foi um breve resumo, agora vamos à análise né?
Mike e Sully descobrem depois de muito tempo e "sofrimento" que aquilo que eles entendiam a vida inteira não era tão bom assim. Porque passaram a vida inteira assustando as crianças no período da noite, mas ao final, com aquela garotinha, aprenderam que fazer o outro sorrir rende muito mais a toda uma cidade.
Eis o ponto onde devemos prestar atenção! Fazer ou ter atitudes que fazem as pessoas sorrir compensa muito mais do que atitudes que arranque lágrimas das pessoas. O quanto hoje em dia as pessoas se empenham mais em fazer as outras chorar, seja com ou sem intenção. Por vezes, eu e você, estamos tão dentro da correria do dia que entramos na correnteza a ponto de fazer mal aos outros. Perdemos a capacidade de fazer o outro sorrir. Aliás, nem ligamos se o outro sorri ou chora.
Sabe quando que prestaremos atenção e iremos valorizar o sorriso do outro? A resposta está no filme: é quando a nossa criança interior, fofa e cheia de inocência, nos encontrar e nos dar um choque de realidade, mostrar que a vida não é um quarto escuro cheio de monstros que nos assustam, mas sim de pequenas situações, até bobas, que trazem a alegria. A vida é uma longa caminhada de alegria e comédia, mas que para enxergarmos precisamos enxergar com os olhos de criança.
Assim como no filme nós possamos aprender a valorizar o sorriso do outro e o nosso, nos esforcemos para fazer os outros felizes e não o contrário. Vejamos que vale mais fazer o outro sorrir do que chorar.
Depois de quase quebrar a mão da Joyce, minha irmã-amiga e companheira de viagem, era hora de aguentar 12 horas dentro do avião. Não sei como é os vôo nacional mas o internacional é muito top, a poltrona não é muito confortável mas dá para tirar um cochilo bem legal, mas tirando isso é uma diversão porque você pode ouvir música, assistir filme e jogar. Nem preciso dizer que durante toda a viagem eu fiz tudo isso e ainda dormi e conversei bastante com a Joyce (óbvio). Outra coisa, o que é a comida do avião? Olha me deu até água na boca, de tão bom que era. Tivemos apenas uma turbulência que pareceu mais um carro passando nas ruas de Guarulhos do que turbulência mesmo, graças a Deus! O que foi ruim é que tem uma hora que você não tem mais o que fazer no avião e quer chegar logo, porque seu corpo tá doendo e sua mente agitada para pousar logo. O pouso foi super tranquilo também! Sobre a atual fase política do Brasil: Me sentindo no Tropa de Elite 2!
Vamos fazer uma retrospectiva, 2020 foi um ano que nunca imaginamos que viveríamos, foi uma mistura de um filme de ficção científica com terror. Ao mesmo tempo que vimos tantas notícias ruins, não conseguíamos ver o motivo e nem o fio de esperança em nosso coração. Quanto mais pensávamos que ia mudar os dias nos surpreendiam negativamente. Pelo menos era assim que vímos nós 365 dias de 2020.
Foi um ano que nos levou ao limite da dor, da irritação, impaciência e tantos outros sentimentos escondidos em nós. Nós afastamos de quem amamos por um período e até mesmo eternamente. Um ano que trouxe frustração a cada fio de esperança que tínhamos.
Criamos tantas teorias e achamos que tudo ia mudar, que a situação uma hora ia mudar. Mas nos faltava força ou vergonha na cara mesmo de entender que a mudança deveria começar por cada um de nós.
Não víamos a hora de 2020 ir embora, o desejo do nosso coração era apagar todo esse pesadelo que o mundo viveu. 2021 chegou para que nosso coração dissesse: "Acabou, agora sim posso descansar…"... Mas quanto engano!
2021 chegou, mas nada mudou! Tudo continua na mesma! O mundo continua infectado e morrendo por aquilo que é invisível aos nossos olhos, as pessoas continuam cegas, nossos trabalhos e problemas continuam penosos. A nossa viagem de final de ano só serviu para tirar umas fotos e registrar que conseguimos finalizar o ano, ao menos vivos. Acabados, mas vivos!
Talvez, só talvez, acordamos e vimos que a virada do ano não adianta nada se a mudança não começar de mim. Talvez seja a hora de entendermos e pararmos de exigir que o mundo mude e que tudo acabe, passarmos a dizer para nós mesmos que eu preciso mudar!
Se preciso emagrecer ou engordar, eu preciso parar de me alimentar errado e deixar o sedentarismo. Se quero minha família mais unida, preciso estar mais presente na vida de cada membro dela. Se não quero mais ser cobrado pelo outro, tenho que dar o melhor e não revidar. Se quero ser valorizado, eu tenho que valorizar … Enfim, se eu quero, sou eu que preciso tomar uma atitude. Não para mudar o outro, mas para mudar o meu mundo. Para que as trevas do meu mundo dê espaço para a luz.
Ao contrário do que foi dito nós 365 dias de 2020, me fechar, me afastar e me trancar, não resolve nada se eu não faço a minha parte de cuidar de mim e dos outros. Não é me fechar no meu mundo, mas é mudar o meu mundo e me abrir ao bem que há no mundo. Na prática, aprendemos que nosso discurso de "fechar em si mesmo" só piora nosso egoísmo, arrogância e prepotência.
Talvez, e só talvez, se tivéssemos aprendido as teorias que a vida nos mostrava em 2019, não teríamos passado pela metade do que vivemos 2020. Sim, se tivéssemos amor ao próximo, cuidassemos do nosso próprio corpo e nos preocupassemos com a moda família, pensássemos menos em farra e na "minha felicidade" o tal Corona Vírus não teria se espalhado desta forma.
Por isso que aprendi a não esperar que o mundo mude depois da virada do ano, mas que eu preciso levantar e dar passos para que minha vida seja do jeito que tanto sonho.
Feliz 2020 e que façamos a nossa parte! Deus nos abençoe e nos guarde!
Será que, realmente, o amor não é para sempre? Por que ele não pode ser para sempre?
Esses dias estava lendo os comentário de muitas pessoas em notícias publicadas no Facebook sobre a microcefalia gerada pelo zika vírus, e eu fiquei extremamente chocada, realmente de queixo caído, por tremenda crueldade nos comentários. Alguns dizendo que não deveria permitir o nascimento de crianças com essa e qualquer tipo de anomalia física ou mental, e ainda justificavam que esses iriam sofrer e que é muita crueldade, blá, blá, blá... Juro que fiquei horas lendo e relendo cada comentário, tentando acreditar que tudo aquilo real. Eu já falei sobre o aborto no blog, mas hoje eu quero refletir com você sobre o nível que chegamos nesse país.





















